Nasceu a 12 de julho de 1997 no Paquistão e recebeu o nome de uma poetisa afegã, Malalai de Maiwand. O seu pai garantiu que ela recebesse uma educação adequada e matriculou-a na sua escola particular. Adicionou o seu nome ao registo familiar e permitiu que ela ficasse acordada até tarde a debater política. Desde jovem que Malala sonhava tornar-se médica.
Malala tinha um dom para a oratória e começou a defender o direito das raparigas à educação. Em 2009, Yousafzai criou um blogue anónimo para a BBC Urdu. Depois de a sua identidade ter sido revelada, o New York Times realizou uma curta-metragem sobre ela e a sua luta pela educação para todos.
À medida que Yousafzai se tornava mais conhecida, começou a receber ameaças de morte. Em 2012, Malala foi baleada por um homem armado e mascarado num autocarro escolar. Ameaçou matar todos os alunos no autocarro se ela não se identificasse. O atirador baleou ainda duas amigas de Malala.
Após uma intensa reabilitação no Reino Unido, sobreviveu ao ataque. Destemida e determinada, Yousafzai continuou a lutar pelo direito das raparigas à educação. Hoje, ela é um exemplo para muitas jovens.
Em 2013, a revista TIME nomeou Malala uma das “100 pessoas mais influentes do mundo”. No seu 16º aniversário, ela discursou nas Nações Unidas. No seu discurso, Malala defendeu a igualdade de direito à educação para as raparigas em todo o mundo e tornou-se um símbolo desta causa.
Em 2014, Malala Yousafzai recebeu o Prémio Nobel da Paz pela sua coragem e trabalho para garantir o direito das raparigas à educação.
Saiba mais: https://www.nobelprize.org/…/peace/2014/yousafzai/facts/










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